Cataporeando
Ficar doente. Para quem trabalha e vive imerso na correria, não é a melhor perspectiva.
Porém, a natureza não está nem aí para o que a gente projeta, e de repente, pimba, um vírus na veia.
Desta vez foi catapora. Demorei uns quatro dias com uma forte moleza no corpo para constatar que estava com a doença, pois as bolhinhas só surgiram ao fim deste período. E passei um dia, ainda, com as duas primeiras bolhinhas coçando para poder entender, depois que outras nasceram, que eu estava com a temida catapora. Temida pois sempre ouvi falar com terror sobre a coceira causada.
Renitente, persistente, enlouquecente coceirinha. Ela vai chegando de mansinho, assim como aparecem aos poucos as manchas e bolhas pelo corpo.
Segundo minha mãe, a minha enfermeira de plantão, é uma doença centrípeta, vai se espalhando a partir do centro do corpo: os órgãos vitais. E, comigo, foi assim mesmo. As primeiras bolhas surgiram na cabeça e na barriga. Depois, nas costas, genitalha e, os últimos lugares: pernas e pés!
Agora, estou com a maioria das feridas já com as casquinhas. As que apareceram por último, ainda têm secreção amarelada, por isso só irei trabalhar semana que vem. Por ser professora, posso contaminar as crianças que ainda não tiveram a doença. Imagina só se me demitem por contaminação em massa... rsrsrsrsrs
E agora, depois da coceirada louca, estou até curtindo a brisa da doencinha... Folga para curtir o que há tempos eu não curtia, como fazer meus desenhos e trelas, passar o dia navegando pela internet, descobrindo coisas novas e me informando. Uma descoberta ótima foi esta rádio, que estou ouvindo já faz um tempinho, inclusive agora, enquanto preparo o post (o melhor: tem opção para conexões lentas, como a minha!)
Este desenho, comecei a fazer no dia em que percebi que estava com catapora, mas no dia seguinte já não consegui mais desenhar, em função da coceirinha infernal. Terminei só agora, na curtição das horas de folga. "Cataporeando"
Porém, a natureza não está nem aí para o que a gente projeta, e de repente, pimba, um vírus na veia.
Desta vez foi catapora. Demorei uns quatro dias com uma forte moleza no corpo para constatar que estava com a doença, pois as bolhinhas só surgiram ao fim deste período. E passei um dia, ainda, com as duas primeiras bolhinhas coçando para poder entender, depois que outras nasceram, que eu estava com a temida catapora. Temida pois sempre ouvi falar com terror sobre a coceira causada.
Renitente, persistente, enlouquecente coceirinha. Ela vai chegando de mansinho, assim como aparecem aos poucos as manchas e bolhas pelo corpo.
Segundo minha mãe, a minha enfermeira de plantão, é uma doença centrípeta, vai se espalhando a partir do centro do corpo: os órgãos vitais. E, comigo, foi assim mesmo. As primeiras bolhas surgiram na cabeça e na barriga. Depois, nas costas, genitalha e, os últimos lugares: pernas e pés!
Agora, estou com a maioria das feridas já com as casquinhas. As que apareceram por último, ainda têm secreção amarelada, por isso só irei trabalhar semana que vem. Por ser professora, posso contaminar as crianças que ainda não tiveram a doença. Imagina só se me demitem por contaminação em massa... rsrsrsrsrs
E agora, depois da coceirada louca, estou até curtindo a brisa da doencinha... Folga para curtir o que há tempos eu não curtia, como fazer meus desenhos e trelas, passar o dia navegando pela internet, descobrindo coisas novas e me informando. Uma descoberta ótima foi esta rádio, que estou ouvindo já faz um tempinho, inclusive agora, enquanto preparo o post (o melhor: tem opção para conexões lentas, como a minha!)

